Como migrar
Comece importando a planilha que você já tem
- Nada é digitado de novo — o arquivo do RH do cliente entra como está.
O sistema mostra a prévia e importa o que está pronto.
- Pendência apontada, não carga rejeitada — linha que não casou, cartão
duplicado ou situação desconhecida viram pendências para resolver na tela, campo a campo.
O resto entra.
- Planilha real é bagunçada — e tudo bem — campo obrigatório vazio,
matrícula no lugar do endereço, cartão com dígito a menos: o import foi desenhado para a
planilha que existe, não para a ideal.
- Senha nunca entra por planilha — o acesso do passageiro ao portal
nasce por convite individual, não por senha circulando em arquivo.
- Depois, a planilha se aposenta — o portal do contratante e a API
mantêm o cadastro vivo direto com o RH do cliente, com a operadora aprovando.
Reimportar a mesma planilha corrige, não duplica: o sistema atualiza
quem já existe em vez de criar de novo.
Quando a planilha ainda basta
Um contrato, uma linha, cadastro que quase não muda? A planilha segue honesta — e o
custo de trocar depois é baixo justamente porque a porta de entrada do NIMER é a própria
planilha. O momento de migrar é quando o segundo contrato chega, o cadastro passa a mudar
toda semana, ou o contratante começa a questionar a medição. Chegou aí, a conta é simples:
passageiro não gera custo no NIMER — a cobrança é por registro de ponto
dos colaboradores da operadora, com preço público.