Passageiros do contrato
Comece importando a planilha que o RH do cliente já manda: prévia com pendências campo a campo, sem rejeitar a carga em bloco. Depois, o portal do contratante e a API mantêm o cadastro vivo — sem planilha por e-mail.
Fretamento de funcionários
O NIMER para fretamento é o sistema da operadora de transporte fretado de funcionários: cadastro e importação de passageiros, embarque por crachá (RFID) ou QR code num tablet Android comum no ônibus, roteiro do motorista, lista de passageiros da ANTT e medição do contrato para faturar com NFS-e — no mesmo sistema que programa a escala e fecha a folha e o eSocial dos motoristas. E os passageiros não entram na conta: a cobrança é por registro de ponto dos colaboradores da operadora.
Números reais de produção do NIMER. O módulo de fretamento está em piloto numa operadora com mais de 200 ônibus no interior de São Paulo.
Como funciona
Um fluxo só: o passageiro cadastrado vira lista de embarque, o embarque registrado vira previsto×realizado — e o realizado fecha a medição do mês, sem discussão.
Comece importando a planilha que o RH do cliente já manda: prévia com pendências campo a campo, sem rejeitar a carga em bloco. Depois, o portal do contratante e a API mantêm o cadastro vivo — sem planilha por e-mail.
O funcionário encosta o crachá que já usa na fábrica; o tablet no ônibus registra, conta a ocupação e avisa o motorista. QR code para quem esqueceu o cartão, manual como última instância — tudo funcionando sem sinal.
Próximo ponto em destaque, horário previsto ponto a ponto, avanço automático por GPS e alerta de desvio de rota — com navegação em um toque para o folguista que não conhece a linha.
Linha × horário × veículo × motorista × tablet, ao vivo, com o buraco em destaque: viagem sem carro, sem motorista ou sem tablet aparece marcada antes de o ônibus sair da garagem. Depois, previsto×realizado, ocupação e no-show por linha.
O embarque registrado é a evidência: a medição do contrato sai do realizado e vira NFS-e no faturamento do próprio sistema. E a lista de passageiros da ANTT sai do cadastro vivo, sempre em dia.
Sem hardware embarcado
O mesmo tablet registra as fotos de entrada, saída e refeição do motorista — o ponto da jornada, no mesmo aparelho do embarque.
Folha e eSocial
O fretamento é um serviço regulado — ANTT no interestadual, ARTESP e cadastros metropolitanos em São Paulo — e a lista de passageiros é o documento que a fiscalização pede na porta. No NIMER, a lista oficial sai do cadastro vivo de cada contrato, e o sistema acompanha as entradas e saídas de passageiros para a lista apresentada não envelhecer sem ninguém perceber. Como emitir e manter a lista de passageiros da ANTT em dia →
Preço
O NIMER cobra por registro de ponto — a foto de entrada ou de saída — dos colaboradores da operadora: motorista, monitor, mecânico, administrativo. Passageiros, embarques, tablets e contratos não geram cobrança: uma operadora com 300 colaboradores e 3.000 passageiros transportados paga pelos 300, não pelos 3.000. Sem taxa de implantação, sem cobrança por funcionalidade nova e sem fidelidade.
| Registros no mês | Valor por registro |
|---|---|
| Até 30.000 | R$ 0,344 |
| De 30.001 a 60.000 | R$ 0,287 |
| Acima de 60.000 | R$ 0,229 |
Mínimo mensal de R$ 503,80. Equivale a 50 colaboradores no menor valor de registro (R$ 0,229 × 44 registros). O mínimo é crédito para as fotos, não uma taxa somada: você paga o maior entre ele e o consumo do mês, e ele não acumula de um mês para o outro.
Conte só os colaboradores da operadora — passageiro não entra na conta. Estimativa com 2 registros por jornada, respeitando o mínimo mensal de R$ 503,80.
Pedir proposta por escritoValores de 2026. Todo mês de janeiro os valores são reajustados pelo IPCA acumulado do ano anterior — o mínimo mensal acompanha, por ser derivado do menor valor de registro. Tabela completa e conta por porte: preço do NIMER.
Dúvidas frequentes
É o sistema da operadora de transporte fretado de funcionários: cadastro e importação de passageiros, embarque por crachá (RFID) ou QR code num tablet Android comum no ônibus, roteiro do motorista, lista de passageiros da ANTT e medição do contrato para faturar com NFS-e — no mesmo sistema que programa a escala e fecha a folha e o eSocial dos motoristas.
O mesmo que o NIMER: a cobrança é por registro de ponto (foto de entrada ou de saída) dos colaboradores da operadora — cerca de R$ 15 por colaborador por mês, com mínimo mensal de R$ 503,80. Passageiros, embarques, tablets e contratos não geram cobrança: uma operadora com 300 colaboradores e 3.000 passageiros transportados paga pelos 300, não pelos 3.000. Sem taxa de implantação, sem cobrança por funcionalidade nova e sem fidelidade. Valores de 2026, reajustados todo janeiro pelo IPCA.
Não. O embarque é registrado num tablet Android comum, fixado no ônibus, que lê o crachá RFID que o funcionário já usa na empresa dele — sem validador embarcado, sem instalação por central técnica e sem cabo novo. O tablet funciona sem sinal e sincroniza sozinho quando a rede volta.
Ele embarca pelo QR code do portal do passageiro, aberto no navegador do celular — ou, em última instância, o motorista registra manualmente, e o registro manual fica marcado para conferência depois.
Não. O passageiro usa um portal web: escaneia o QR code no adesivo do ônibus ou recebe o link do RH, e vê a linha, os pontos, os horários e onde o ônibus está — sem instalar nada. Quem quiser pode fixar o portal na tela inicial do celular.
Por três portas: planilha, com prévia e pendências campo a campo (a carga nunca é rejeitada em bloco); portal do contratante, em que o próprio RH do cliente solicita inclusões, desligamentos e trocas de ponto para a operadora aprovar; e API, para integrar direto o sistema de RH do cliente.
Sim. A lista oficial é gerada do cadastro vivo de cada contrato, e o sistema acompanha as entradas e saídas de passageiros para a lista apresentada não envelhecer sem ninguém perceber. Veja como emitir e manter a lista em dia.
Sim. O tablet guarda a lista da viagem e os embarques localmente e envia tudo quando a rede volta, sem duplicar registro — rota de fretamento passa por área sem sinal todos os dias, e o sistema foi desenhado para isso.
Sim. A escala do fretado é a mesma escala que alimenta a jornada, o ponto por foto (entrada, saída e refeição registradas no próprio tablet do ônibus), a folha de pagamento e o eSocial — um sistema só, do embarque do passageiro ao eSocial do motorista.
O foco é o fretamento contínuo de funcionários. Contratos eventuais e escolares são suportados como tipos de contrato, com as regras próprias de cada um — como o registro de desembarque, que no escolar fica sempre ligado.
Contato
Conte o tamanho da frota e quantos contratos de fretamento você atende — respondemos no mesmo dia útil, com demonstração e proposta com valores.