Fretamento de funcionários

O sistema da operadora de fretamento:
do embarque à nota fiscal

O NIMER para fretamento é o sistema da operadora de transporte fretado de funcionários: cadastro e importação de passageiros, embarque por crachá (RFID) ou QR code num tablet Android comum no ônibus, roteiro do motorista, lista de passageiros da ANTT e medição do contrato para faturar com NFS-e — no mesmo sistema que programa a escala e fecha a folha e o eSocial dos motoristas. E os passageiros não entram na conta: a cobrança é por registro de ponto dos colaboradores da operadora.

  • Tablet comum, sem instalação
  • Passageiro não gera custo
  • Lista de passageiros ANTT em dia
  • Folha do motorista no mesmo sistema
Painel do dia do fretamento no NIMER: nove viagens de três linhas, com ocupação de cada carro, situação (encerrada, em viagem, planejada), carro, motorista e aviso de viagem sem tablet
O dia inteiro numa tela: cada viagem com a linha, o horário, quanto o carro já encheu, quem está dirigindo — e o buraco em destaque, como as nove viagens sem tablet pareado.
  • 6,3 milcolaboradores ativos na maior operação
  • 1,2 milhãode reconhecimentos faciais por mês em todo o sistema
  • 6,2 milescalas processadas por dia útil em um único cliente
  • 8,9 milordens de serviço de frota por mês em um único cliente

Números reais de produção do NIMER. O módulo de fretamento está em piloto numa operadora com mais de 200 ônibus no interior de São Paulo.

Como funciona

Da planilha do cliente ao fechamento do contrato

Um fluxo só: o passageiro cadastrado vira lista de embarque, o embarque registrado vira previsto×realizado — e o realizado fecha a medição do mês, sem discussão.

Passageiros do contrato

Comece importando a planilha que o RH do cliente já manda: prévia com pendências campo a campo, sem rejeitar a carga em bloco. Depois, o portal do contratante e a API mantêm o cadastro vivo — sem planilha por e-mail.

Planilha ou sistema: quando o Excel para de dar conta →

Embarque na porta

O funcionário encosta o crachá que já usa na fábrica; o tablet no ônibus registra, conta a ocupação e avisa o motorista. QR code para quem esqueceu o cartão, manual como última instância — tudo funcionando sem sinal.

Cada leitura guarda a prova: em que ponto foi, a quantos metros dele o cartão encostou, e se o registro subiu na hora ou ficou no tablet até a rede voltar. Cartão lido sem cadastro correspondente não some — vai para uma fila de quem é essa pessoa.

Como funciona o controle de embarque →

Roteiro do motorista

Próximo ponto em destaque, horário previsto ponto a ponto, avanço automático por GPS e alerta de desvio de rota — com navegação em um toque para o folguista que não conhece a linha.

O passageiro se vira sozinho

Cada passageiro entra com o CPF e vê a linha dele, o horário do ponto dele e o código de embarque do dia — que vale como crachá justamente no dia em que ele esquece o cartão em casa.

Quem não quer entrar em nada aponta a câmera para o QR do adesivo colado no ônibus: abre a página pública da linha, com o itinerário e onde o carro está agora — sem app, sem senha, sem cadastro.

Avisar antes de a pessoa descer de casa

Atraso, mudança de ponto ou cancelamento viram um comunicado publicado na linha, e ele aparece na mesma hora no portal de quem viaja e na página pública do adesivo.

É a diferença entre a pessoa saber pelo celular e a pessoa descobrir no ponto, na chuva — e entre a operação atender o telefone ou não.

Painel do dia

Linha × horário × veículo × motorista × tablet, ao vivo, com o buraco em destaque: viagem sem carro, sem motorista ou sem tablet aparece marcada antes de o ônibus sair da garagem. Cada carro mostra quanto já encheu.

Passado o dia, o período responde outras duas perguntas: previsto × realizado ponto a ponto — onde houve gente esperando sem chegada registrada — e ocupação, que diz se o carro daquele horário serve ou se está rodando com lugar sobrando, e quem está na lista mas não viaja há semanas.

O contrato fecha o mês

O embarque registrado é a evidência: a medição do contrato sai do realizado e vira NFS-e no faturamento do próprio sistema. E a lista de passageiros da ANTT sai do cadastro vivo, sempre em dia.

Lista de passageiros da ANTT: como manter em dia →

Tela de embarques do NIMER: cada leitura com hora, passageiro, matrícula, linha, carro e ponto, com marcações de embarque fora do ponto a 320 metros e de registro enviado offline com 9 minutos de atraso
Cada embarque com a prova junto: em que ponto foi, se o cartão encostou a 320 metros dele, se o registro subiu na hora ou ficou no tablet nove minutos até a rede voltar — e três cartões lidos sem cadastro, esperando alguém dizer de quem são.

Sem hardware embarcado

Nada de validador proprietário no ônibus

  • Um tablet Android comum — de mercado, fixado no ônibus. Sem equipamento proprietário, sem agenda de instalação de central técnica, sem lock-in: trocou de carro, o tablet troca junto.
  • O crachá que o passageiro já tem — o leitor lê o cartão RFID que o funcionário usa na empresa dele. Ninguém emite plástico novo para começar.
  • Funciona sem sinal — a lista da viagem desce antes, o embarque fica guardado no tablet e sobe quando a rede volta, sem duplicar registro.
  • Atualiza sozinho — melhorias chegam ao tablet por atualização remota, sem recolher aparelho e sem visita ao ônibus.
  • Passageiro sem app — dois caminhos, nenhum deles com instalação: o QR do adesivo do ônibus abre a página pública da linha (itinerário e onde o carro está, sem login), e quem entra com o CPF tem o portal com a linha dele, o horário do ponto dele e o código de embarque do dia.
  • Posição ao vivo, com atraso medido — a página não mostra só um pino: diz por qual ponto o carro já passou, quantos minutos está atrasado e a que horas deve chegar ao próximo.

O mesmo tablet registra as fotos de entrada, saída e refeição do motorista — o ponto da jornada, no mesmo aparelho do embarque.

Gerenciador de escalas do NIMER com escalas programadas por linha, garagem e refeição
A escala do fretado nasce aqui — linha, veículo e motorista — e alimenta a viagem, a jornada e a folha.
Painel de acompanhamento de jornadas do NIMER com percentuais de entrada, refeição, saída e jornada por linha
A jornada real de cada motorista, dia a dia — a base da folha e do eSocial.

Folha e eSocial

A viagem do fretado vira folha sem sair do sistema

  • A escala é uma só — a mesma programação que define quem dirige cada viagem do fretado alimenta a jornada, a interjornada e o tratamento de ponto.
  • Ponto no próprio tablet — foto de entrada, saída e refeição do motorista no aparelho do ônibus, com reconhecimento facial e geolocalização.
  • Folha e eSocial no mesmo lugar — horas extras, adicional noturno e banco de horas apurados do registro real, com os eventos do eSocial enviados direto.
  • Um sistema a menos — operação, RH e faturamento do fretado sem exportar arquivo de um software para outro.

Fiscalização parou o ônibus? A lista está no sistema.

O fretamento é um serviço regulado — ANTT no interestadual, ARTESP e cadastros metropolitanos em São Paulo — e a lista de passageiros é o documento que a fiscalização pede na porta. No NIMER, a lista oficial sai do cadastro vivo de cada contrato, e o sistema acompanha as entradas e saídas de passageiros para a lista apresentada não envelhecer sem ninguém perceber. Como emitir e manter a lista de passageiros da ANTT em dia →

Preço

O fretamento não muda a conta: passageiro não gera custo

O NIMER cobra por registro de ponto — a foto de entrada ou de saída — dos colaboradores da operadora: motorista, monitor, mecânico, administrativo. Passageiros, embarques, tablets e contratos não geram cobrança: uma operadora com 300 colaboradores e 3.000 passageiros transportados paga pelos 300, não pelos 3.000. Sem taxa de implantação, sem cobrança por funcionalidade nova e sem fidelidade.

≈ R$ 15 por colaborador/mês
colaborador típico: 22 jornadas × 2 registros = 44 fotos
Valor por registro de ponto — faixas progressivas no mês
Registros no mêsValor por registro
Até 30.000R$ 0,344
De 30.001 a 60.000R$ 0,287
Acima de 60.000R$ 0,229

Mínimo de R$ 10,08 por colaborador, contado sobre pelo menos 50 colaboradores (R$ 503,80). É o valor de um colaborador típico no menor valor de registro (R$ 0,229 × 44 registros). O mínimo é crédito para as fotos, não uma taxa somada: você paga o maior entre ele e o consumo do mês, e ele não acumula de um mês para o outro.

  • Passageiros, embarques e tablets sem cobrança
  • Sem taxa de implantação e sem fidelidade
  • Funcionalidades novas sem custo adicional
  • Todas as telas do seu perfil + assistente de IA incluídos

Simule sua mensalidade

Como sua empresa vai usar o NIMER?
Registros estimados/mês
13.200
Por colaborador
R$ 15,14
Mensalidade estimada
R$ 4.540,80

Conte só os colaboradores da operadora — passageiro não entra na conta. Estimativa com 2 registros por jornada, respeitando o mínimo de R$ 10,08 por colaborador (pelo menos R$ 503,80).

Pedir proposta por escrito

Valores de 2026. Todo mês de janeiro os valores são reajustados pelo IPCA acumulado do ano anterior — o mínimo mensal acompanha, por ser derivado do menor valor de registro. Tabela completa e conta por porte: preço do NIMER.

Dúvidas frequentes

Perguntas de quem opera fretamento

O que é o NIMER para fretamento?

É o sistema da operadora de transporte fretado de funcionários: cadastro e importação de passageiros, embarque por crachá (RFID) ou QR code num tablet Android comum no ônibus, roteiro do motorista, lista de passageiros da ANTT e medição do contrato para faturar com NFS-e — no mesmo sistema que programa a escala e fecha a folha e o eSocial dos motoristas.

Quanto custa o NIMER para uma operadora de fretamento?

O mesmo que o NIMER: a cobrança é por registro de ponto (foto de entrada ou de saída) dos colaboradores da operadora — cerca de R$ 15 por colaborador por mês, com mínimo de R$ 10,08 por colaborador (pelo menos R$ 503,80). Passageiros, embarques, tablets e contratos não geram cobrança: uma operadora com 300 colaboradores e 3.000 passageiros transportados paga pelos 300, não pelos 3.000. Sem taxa de implantação, sem cobrança por funcionalidade nova e sem fidelidade. Empresa que não usa o ponto por foto paga só o mínimo: R$ 10,08 por colaborador cadastrado. Empresa que cadastra só veículos paga cada veículo como 2,5 colaboradores: R$ 25,19 por veículo. Nos dois casos, a mensalidade é de pelo menos R$ 503,80. Valores de 2026, reajustados todo janeiro pelo IPCA.

Preciso instalar equipamento no ônibus?

Não. O embarque é registrado num tablet Android comum, fixado no ônibus, que lê o crachá RFID que o funcionário já usa na empresa dele — sem validador embarcado, sem instalação por central técnica e sem cabo novo. O tablet funciona sem sinal e sincroniza sozinho quando a rede volta.

E se o passageiro esquecer o crachá?

Ele embarca pelo QR code do portal do passageiro, aberto no navegador do celular — ou, em última instância, o motorista registra manualmente, e o registro manual fica marcado para conferência depois.

O passageiro precisa instalar aplicativo?

Não. O passageiro usa um portal web: escaneia o QR code no adesivo do ônibus ou recebe o link do RH, e vê a linha, os pontos, os horários e onde o ônibus está — sem instalar nada. Quem quiser pode fixar o portal na tela inicial do celular.

Como aviso os passageiros de um atraso?

Pela tela de comunicados: escolha a linha (ou a viagem do dia), escreva o aviso e publique. Ele aparece na hora no portal de quem viaja naquela linha e na página pública que o QR do adesivo abre. Publicar é um passo — não custa nada e alcança até quem não tem e-mail; enviar por e-mail é um segundo passo, para o que não pode esperar a pessoa abrir o portal.

Dá para ver onde o ônibus está?

Dá, e não é um pino no mapa: a página da linha diz por qual ponto o carro já passou, quantos minutos está atrasado em relação ao horário previsto e a que horas deve chegar ao próximo ponto. A operação vê o mesmo no painel do dia, junto com quanto cada carro já encheu.

Como o RH do meu cliente mantém a lista de passageiros?

Por três portas: planilha, com prévia e pendências campo a campo (a carga nunca é rejeitada em bloco); portal do contratante, em que o próprio RH do cliente solicita inclusões, desligamentos e trocas de ponto para a operadora aprovar; e API, para integrar direto o sistema de RH do cliente.

A lista de passageiros da ANTT sai do sistema?

Sim. A lista oficial é gerada do cadastro vivo de cada contrato, e o sistema acompanha as entradas e saídas de passageiros para a lista apresentada não envelhecer sem ninguém perceber. Veja como emitir e manter a lista em dia.

Funciona sem internet no trajeto?

Sim. O tablet guarda a lista da viagem e os embarques localmente e envia tudo quando a rede volta, sem duplicar registro — rota de fretamento passa por área sem sinal todos os dias, e o sistema foi desenhado para isso.

A folha dos motoristas sai do mesmo sistema?

Sim. A escala do fretado é a mesma escala que alimenta a jornada, o ponto por foto (entrada, saída e refeição registradas no próprio tablet do ônibus), a folha de pagamento e o eSocial — um sistema só, do embarque do passageiro ao eSocial do motorista.

Serve para fretamento eventual e escolar?

O foco é o fretamento contínuo de funcionários. Contratos eventuais e escolares são suportados como tipos de contrato, com as regras próprias de cada um — como o registro de desembarque, que no escolar fica sempre ligado.

Contato

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