A jornada começa no terminal
Rendição no ponto final, troca de turno no meio da linha: quem assume o carro longe da garagem fica sem registrar — ou registra horas depois, errado.
Sim, pode: a Portaria 671/2021 prevê o registro de ponto por programa (REP-P) — em celular, tablet ou computador — além dos sistemas alternativos por acordo ou convenção coletiva (REP-A). No transporte, isso resolve o que o relógio de parede nunca resolveu: motorista e cobrador que começam e terminam a jornada longe da garagem. No NIMER, o registro é por foto com reconhecimento facial e geolocalização — aplicativo Android na rua, totem ou webcam na garagem — e o sistema gera os arquivos fiscais exigidos pela Portaria 671.
Atualizado em 18 de julho de 2026
O problema
Na operação de transporte, boa parte da equipe não passa pela garagem na hora de registrar — e o relógio na parede vira fonte de pendência:
Rendição no ponto final, troca de turno no meio da linha: quem assume o carro longe da garagem fica sem registrar — ou registra horas depois, errado.
Todo mundo batendo no mesmo aparelho no mesmo horário: fila na garagem, registro espremido e discussão de minuto a minuto na folha.
Relógio físico é manutenção, peça e contingência em papel. Quando ele falha, a operação inteira fica sem registro confiável.
A solução
São cerca de 1,5 milhão de reconhecimentos faciais por mês rodando no NIMER — em operações que, somadas, têm quase metade dos ônibus da capital paulista.
Sem depender de relógio físico, o registro acontece onde a jornada acontece — terminal, ponto final, garagem — com foto e local em cada batida. O resultado aparece na folha: menos pendência de registro, menos discussão de minutos e os arquivos fiscais prontos quando a fiscalização pedir.
Dúvidas frequentes
Sim. A Portaria 671/2021, que regulamenta o registro eletrônico de ponto, prevê o registro por programa (REP-P) — feito em celular, tablet ou computador — além dos sistemas alternativos adotados por acordo ou convenção coletiva (REP-A). Vale conferir o que a convenção coletiva da categoria prevê para a sua operação.
Pelo aplicativo Android do NIMER: o registro é feito com foto, validado por reconhecimento facial e acompanhado da geolocalização — quem faz a rendição no terminal ou no ponto final registra na hora, sem passar pela garagem.
Por totem ou webcam, com a mesma foto e o mesmo reconhecimento facial do aplicativo. Garagem e rua entram no mesmo fluxo, na mesma base — não existe sistema da garagem separado do sistema da rua.
Cada registro tem foto conferida por reconhecimento facial, e a geolocalização mostra onde o registro foi feito. É a combinação que coíbe o registro por terceiros e evidencia o ponto fora do lugar esperado.
O NIMER gera os arquivos fiscais de ponto exigidos pela Portaria 671 para apresentação à fiscalização, a partir dos registros feitos por aplicativo, totem e webcam.
Conheça o sistema do NIMER para empresas de ônibus — escala, ponto e folha ou peça uma demonstração com a sua operação.