Base de cobrança
Por usuário do sistema, por colaborador cadastrado ou por uso? Cobrança por cadastro faz a conta subir com quem está de férias, afastado ou já desligado — em operação de ônibus, isso é gente demais.
No NIMER o preço é público: cerca de R$ 15 por colaborador/mês nas operações menores, caindo conforme a operação cresce — R$ 14,77 com 800 colaboradores, R$ 12,67 com 2.000 e R$ 11,11 com 5.000. A cobrança não é por licença de usuário: paga-se por registro de ponto — a foto de entrada ou de saída — em faixas progressivas no mês. Escala, ponto, jornada, folha com eSocial, frota e assistente de IA entram no mesmo valor.
Atualizado em 31 de julho de 2026
Antes de comparar
Em transporte, a maior parte do custo de um sistema não está na mensalidade anunciada — está no que é cobrado por fora. Vale conferir estes quatro pontos em qualquer proposta, incluindo a nossa:
Por usuário do sistema, por colaborador cadastrado ou por uso? Cobrança por cadastro faz a conta subir com quem está de férias, afastado ou já desligado — em operação de ônibus, isso é gente demais.
Escala, ponto, folha, eSocial e frota costumam ser vendidos em pacotes distintos. Some todos antes de comparar: o número de vitrine raramente é o número do contrato.
Relógio de ponto por garagem, catraca, aparelho embarcado no veículo. É custo de compra, instalação e manutenção que não aparece na mensalidade — e que some quando o registro é por foto e a telemetria entra por API.
Taxa de setup, hora de consultoria e cobrança por customização. Como toda operação tem regra de jornada própria, é aqui que a conta estoura depois da assinatura.
Preço público
Você paga por registro de ponto — a foto de entrada ou de saída — em faixas progressivas dentro do mês. Colaborador de férias, afastado ou desligado não registra ponto e, portanto, não gera custo.
| Registros no mês | Valor por registro |
|---|---|
| Até 30.000 | R$ 0,344 |
| De 30.001 a 60.000 | R$ 0,287 |
| Acima de 60.000 | R$ 0,229 |
O custo por colaborador cai conforme a operação cresce
por colaborador/mês, com 44 registros cada
Estimativa com 2 registros (entrada e saída) por jornada.
Pedir proposta por escritoValores de 2026. Todo mês de janeiro os valores são reajustados pelo IPCA acumulado do ano anterior.
A conta pronta
Considerando 22 jornadas e 44 registros de ponto por colaborador no mês — o padrão de quem opera linha urbana:
| Colaboradores que batem ponto | Mensalidade estimada | Por colaborador |
|---|---|---|
| 300 | R$ 4.540,80 | R$ 15,14 |
| 800 | R$ 11.812,40 | R$ 14,77 |
| 1.500 | R$ 20.304,00 | R$ 13,54 |
| 2.000 | R$ 25.342,00 | R$ 12,67 |
| 5.000 | R$ 55.570,00 | R$ 11,11 |
Números arredondados a partir da tabela por registro. A conta real do mês segue os registros efetivamente feitos — mês com feriado e escala reduzida custa menos.
O que você não paga
Uma linha só de custo, previsível e proporcional à operação — a mesma que paga o controle diário de interjornada e o fechamento da folha.
O custo de um sistema de escala e ponto se compara com o que ele evita: hora extra que ninguém viu crescer, descanso entre jornadas abaixo do mínimo legal, retrabalho de fechamento e discussão de espelho de ponto no acordo trabalhista. O NIMER aponta esses casos no dia — não no fechamento — e o mesmo registro que vira folha responde à fiscalização. Esse controle roda hoje em operações que, somadas, têm quase metade dos ônibus da capital paulista.
Dúvidas frequentes
No NIMER, cerca de R$ 15 por colaborador por mês nas operações menores, caindo conforme a operação cresce: R$ 14,77 com 800 colaboradores, R$ 12,67 com 2.000 e R$ 11,11 com 5.000. A cobrança é por registro de ponto (a foto de entrada ou de saída), em faixas progressivas no mês: R$ 0,344 até 30.000 registros, R$ 0,287 de 30.001 a 60.000 e R$ 0,229 acima disso. Um colaborador típico faz 22 jornadas e 44 registros por mês. Valores de 2026, reajustados todo janeiro pelo IPCA do ano anterior.
Cerca de R$ 11.812 por mês, o equivalente a R$ 14,77 por colaborador, considerando 22 jornadas e 44 registros de ponto por colaborador no mês (35.200 registros). Não há taxa de implantação, cobrança por funcionalidade nova nem fidelidade.
Porque o registro de ponto acompanha a operação de verdade. Em transporte, o quadro muda o tempo todo: motorista de férias, afastado ou desligado não registra ponto e, por isso, não gera custo — sem discussão de licença ativa no fim do mês. E como as faixas são progressivas, quanto maior a operação, menor o custo por colaborador.
Não. O registro é feito por foto com reconhecimento facial em totem ou webcam na garagem e por aplicativo Android com foto e geolocalização na rua — e o sistema gera os arquivos fiscais de ponto exigidos pela Portaria 671. Não há compra de relógio REP-P nem instalação de aparelho no veículo: a integração com a telemetria da frota é por API.
Todas as telas do perfil contratado e o assistente de IA: escalas por linha, ponto, jornada e interjornada, tratamento de ponto e folha com eSocial, frota e manutenção, faturamento e financeiro. Também estão incluídos a implantação, o treinamento por função, o suporte e as funcionalidades novas desenvolvidas sob demanda.
Nada. Não há taxa de implantação: a configuração das regras de jornada e escala, os perfis de acesso e o treinamento por função entram no valor mensal, e a implantação leva até uma semana, sem parar a operação.
Não há contrato de fidelidade nem multa por cancelamento. O compromisso é mensal e a conta acompanha o uso do mês.
Basta informar a quantidade de colaboradores que registram ponto e a média de jornadas por mês. A proposta por escrito é respondida no mesmo dia útil, com o valor por faixa e a estimativa mensal da operação.
Conheça o sistema do NIMER para empresas de ônibus — escala, ponto e folha ou peça uma proposta por escrito com a quantidade de colaboradores que batem ponto.