Como digitalizar o registro
de sinistros de ônibus?

No NIMER, o inspetor faz a coleta pelo navegador do celular: local, veículo, fotos, pessoas, relatos, croqui e assinaturas ficam vinculados ao RAV e ao dossiê. O escritório acompanha as informações salvas e as pendências para continuar a análise.

Atualizado em 29 de setembro de 2026

Cenário fictício, com dados substituídos nas telas. Não representa acidente ou resultado de cliente.

Dossiê demonstrativo do NIMER: veículo DEMO-01, Condutor A e pendências para análise
Tela do produto com dados fictícios: a coleta fica vinculada ao dossiê do sinistro.

Do local ao escritório

O que o inspetor registra no celular

A coleta reúne nove passos em uma página. Cada passo salva as alterações e indica o que ainda falta. O acesso depende do perfil do usuário e do módulo de sinistros habilitado para a empresa.

  • 1. Local: data, horário, endereço e posição do aparelho, com permissão de localização.
  • 2. Veículo: identificação do ônibus e do condutor; o cadastro e a escala ajudam a preencher os dados quando disponíveis.
  • 3. Fotos: imagens do acidente e marcação da peça e da gravidade da avaria sobre cada foto.
  • 4. Terceiros: veículos envolvidos, com leitura de documentos e conferência das informações.
  • 5. Pessoas: testemunhas, vítimas e informações recolhidas no local.
  • 6. Relatos: gravação por voz, transcrição e conferência pelo inspetor.
  • 7. Croqui: rascunho a partir dos relatos, com ajustes no editor.
  • 8. Assinaturas: coleta na tela, com identificação de quem assinou e data e hora.
  • 9. Concluir: conclusão da coleta, com registro das pendências no dossiê.

A gravação depende de conexão. Se o sinal cair, a tela avisa que não salvou; o inspetor pode tentar novamente quando a conexão voltar.

IA com conferência humana

Preservar as versões antes de analisar

No cenário fictício, um ônibus e um automóvel colidem no cruzamento da Avenida A com a Rua B. O motorista relata sinal verde; um ocupante do carro fala em amarelo; o inspetor registra que uma testemunha mencionou vermelho.

A IA transcreve, e o inspetor confere. O texto pode ser corrigido antes da confirmação, e o áudio permanece vinculado ao RAV para consulta.

Com os relatos registrados, a IA prepara um rascunho do croqui. O inspetor ajusta vias, veículos, sentidos e legendas antes de salvar. A comparação das versões também pode apoiar o analista, sem decidir a responsabilidade pelo acidente.

Croqui fictício de colisão em cruzamento, com versões divergentes sobre o sinal
Croqui demonstrativo com identificadores substituídos. O desenho é conferido e ajustado pelo inspetor.

Fotos e avarias

Cada imagem no contexto da coleta

Sobre a foto enviada, o inspetor marca onde está a avaria e informa a peça e a gravidade. A imagem fica vinculada à coleta para consulta durante o acompanhamento do sinistro.

A foto tirada na hora pode guardar a posição e a hora do aparelho, conforme a captura disponível. Já a foto escolhida da galeria guarda a hora do arquivo e não recebe a posição atual do celular, que poderia ser diferente do local do acidente.

Continuidade do atendimento

O escritório acompanha o mesmo registro

O dossiê e o RAV são abertos no início da coleta. As informações salvas em campo ficam disponíveis ao escritório para consultar os relatos, acompanhar a etapa e tratar as pendências.

O inspetor pode concluir a coleta mesmo com informações faltando. O que ainda precisa ser obtido fica registrado no dossiê para quem acompanha o caso. A avaliação das versões e a condução do sinistro continuam com as pessoas responsáveis.

Veja o percurso completo na demonstração fictícia em PDF (8 páginas). O material não apresenta tempo médio de atendimento nem economia comprovada.

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre sinistros no NIMER

Como digitalizar o registro de sinistros de uma empresa de ônibus?

No NIMER, o inspetor registra o sinistro pelo navegador do celular. Local, veículo, fotos, pessoas, relatos, croqui e assinaturas ficam vinculados ao RAV e ao dossiê. O escritório acompanha as informações salvas e as pendências para continuar a análise.

O inspetor precisa instalar um aplicativo?

Não. A coleta em campo funciona no navegador do celular. É preciso acesso ao NIMER, módulo de sinistros habilitado e as permissões do aparelho necessárias para câmera, microfone e localização.

Como funcionam os relatos por voz?

O relato pode ser gravado por áudio. A IA transcreve, e o inspetor confere e corrige o texto antes de confirmá-lo. O áudio permanece vinculado ao RAV para consulta.

A IA decide quem foi responsável pelo acidente?

Não. A IA apoia a transcrição, o rascunho do croqui e a comparação de versões. O inspetor confere o que foi coletado, e o analista avalia as informações para conduzir o sinistro.

As fotos da galeria recebem a localização atual do celular?

Não. A foto escolhida da galeria guarda a hora do arquivo e não recebe a posição atual do aparelho. A foto tirada na hora pode guardar a posição e a hora do aparelho, conforme a captura disponível.

É possível concluir a coleta com informações faltando?

Sim. Os passos mostram o que falta, mas a conclusão não exige que todos os itens estejam preenchidos. As pendências ficam registradas no dossiê para quem acompanha o sinistro no escritório.

A coleta funciona sem conexão?

A gravação no servidor depende de conexão. Se o sinal cair, a tela informa que não salvou; o que foi digitado permanece na tela e uma nova tentativa de gravação pode ser feita quando a conexão voltar. Isso não equivale a um aplicativo offline.

O exemplo apresentado é de um acidente real?

Não. O cenário é fictício e as capturas do produto tiveram os dados substituídos. O material demonstra o fluxo de trabalho; não é depoimento de cliente nem apresenta tempo médio de atendimento ou economia comprovada.

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